A morte do meu Twitter

É, estou num exercício contínuo contra o meu twitter. Envelheceu, definhou, seguindo o movimento pós-moderno ou hipermoderno; seguindo a lógica do Império do Efêmero; seguindo a velocidade da moda, da internet, de uma lebre… enfim.
Não fechei, não vou fechar. Só não entro mais! ou pelo menos evito!

Seguindo também a pobre lógica capitalista: o que eu ganho com isso? que tipo de retorno eu tenho com o twitter? Só reconheço uma energia negativa mesmo – cada um falando o que quer, como quer – e uma força que me impede de passar o dia tranquilo! Pra quê, então?
Exposição? não, muito obrigado! inclusive tranquei meu facebook completamente! sem fotos sem links sem marcel! nem mais meus amigos me enxergam direito por lá!

uma mudança brusca, ainda mais para uma pessoa tão virtual, tão digital, com perfis em todas as redes sociais que você pode imaginar: e muitas eu realmente gosto e levo a sério!
mas eu preciso continuar mudando e agora eu fechei! fechei as portas, fechei os excessos! não posso com o twitter como “meio de comunicação essencial”, do tipo “te mandei uma dm”, nem com todos os problemas que a gente descobre – muitas vezes sem querer – através dele! ainda prefiro o email, e até o telefone!

afinal, quando todo mundo vira emissor, quem eh o receptor desse mundo todo? eu não!

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6 Comentários on “A morte do meu Twitter”

  1. Jhohann Paul disse:

    Estava pensando nisto estes dias. Tirou o pensamento do meu cérebro por wi-fi.

  2. Teo disse:

    acho bom, tô tentando fazer o mesmo. força na jornada contra o fluxo. 🙂

  3. Travastinna disse:

    É muito travestismo e mimimi canceriano fazer post em blogay dizendo o fim do twitter sendo que nem vai deletar sua conta.

  4. Cadu disse:

    Você? Telefone?

  5. Fran disse:

    O meu twittercídio foi difícil, doloroso.
    Senti um vazio gigantesco.
    Com o twitter, todos meus pensamentos precisavam ter uma voz.

    Aprendi absurdos com o fim do twitter. Aprendi a ter filtros.
    Há pensamentos que merecem ser divulgados, gritados, falados, sussurrados, ou algo do tipo.
    Outros são simplesmente pensamentos, e pertencem únicamente a mim.
    Egoísmo? Nada, apenas estou poupando o mundo de muita informação que não é útil para todos. Talvez, para ninguém. Então, eles tem seu tempo de maturação correto, para de uma simples ideia amadurecerem como devem.


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