opposite

hoje faz um mês que eu virei na contramão.

e só me arrependo de não ter feito isso antes!

energias precisam ser sentidas, amigos precisam ser ouvidos. eles, às vezes, sabem em quem você pode confiar, com quem você pode contar. meus banhos de sal grosso me trouxeram mudanças para 2010, e das melhores!


torpedo-bomba

talvez vcs não sabem, mas Erotica, da Madge, é uma das maiores músicas da minha vida. realmente representou algo, lá em 93, quando eu tinha 6, e até hj é uma música q me deixa em alfa!
pois bem, ao som (e imagem) do clipe, venho escrever esse post sobre um momento tão triste nas nossas vidas que todos precisamos passar: deletar torpedos antigos.

pois é, meu cel tá meio de chico, meio temperamental, desliga na cara das pessoas, trava, lerdo, beijos. decidi limpar o fofo e achei das mais diversas mensagens, tenho mania de guardá-las. claro, mensagens de amigos fofos, mamãe, do tcc, da vivo (af), de jesuscristo. mas tb daqueles cuja presença eu deletaria, né? sempre tem, sempre sobram. mas sabe, deletei mesmo, deletei vários, quase todos (menos de um, especial) e revivi alguns péssimos momentos, péssimos sentimentos. normal. foi uma retrospectiva 2009 repleta de desastres e algumas lindas mensagens de conforto, mas enfim, sinto-me melhor agora!

o problema maior foi – depois de uma limpeza mais agressiva que a de pele – meu celular continuar lerdo! hunf…


petit mémoire

hoje voltando da academia às 10am eu cruzei com uma senhora levando um netinho num carrinho grande de brinquedo para passear… na minha rua mesmo!

me bateu uma saudades. talvez não bem saudades, mas um sentimento triste nostálgico e profundo (eles sempre são tristes?) em relação aos dias em que minha avó me levava para passear em Pinheiros, na artur de azevedo, e eu pegava uma flor branca com miolo amarelinho, do tamanho de uma mão, q caia das árvores, para cada mulher da família colocar no cabelo, sobre a orelha. depois eu corria atrás das pombas.

andando

chorar na 9 de julho às 10am não é bem meu momento-sucesso, acho.


Former Love Words

num período crítico de algo semelhante à carência mas que não é necessariamente carência, achei nas páginas do meu moleskine que voltei a usar hj as palavras sutis e apaixonadas que recebi e escrevi em março, aqui vão alguns trechos:

eu. “…e vi que você é bem o que eu costumo dizer sobre meu tipo ideal…”
ele. “cada vez te vejo mais verdadeiro; quando te conheci não pensei que vc se mostraria dessa forma. eu gosto! eu gosto de sinceridade, de ver verdade no olhar. vc tem.”

“quero passar um tempo com vc hoje! não seja chato. estou triste e cansado! vai vai vai por favor!/vc é tão distante!/eu sei./pq?/vou ter que te comprar uma caixa de ouro branco, buceta!/não, vc já me conquistou, eu te beijei, não?/conquistei nada, vc só beija quem te conquista?/tirar um beijo de mim não é tão fácil ou simples, acredite/se conquistei pq foge sempre de mim?/eu sou lento, não gosto de sacanear ou iludir as pessoas./”

“talvez vc tenha entendido errado o meu ‘dormir comigo!’ quero jantar com vc e pegar no sono do seu lado!!/…vc é uma graça!”

bons tempos, marcel? não! péssimos! eu estava absolutamente apaixonado!

/detesto

heartbreak


lecram ,oirásrevina zilef

foi sábado. foi sábado o dia decisivo. após absolutamente meu mundo ter virado de ponta cabeça, o típico canceriano surtou e entrou em crise. afinal, também havia a crise existencial, e um medo/trauma. meu aniversário do ano passado foi terrível, quem foi sabe! ah, ninguém foi!

mas esse ano eu sabia que ía ser diferente, porque eu TINHA traçado objetivos no 20/07/08 e todos teriam amigos envolvidos, chega de solidão absoluta. férias não era mais desculpa para comemorar (not) sozinho.

afinal, já desabafei aqui o quanto acho comemorar meu aniversário detestável. envelhecer, e coisa e tal. gente, isso não é motivo de comemoração! mas já que estamos aqui, e já que as pessoas comemoram, vamos comemorar!

niver1

foram vários, mais do q estão na foto! e a minha alegria é inenarrável. amo todos! muito obrigado pelo presente que me deram!!


cheers!

detalhes

a roupa já está separada.
a lista já foi enviada.
as pessoas estão avisadas.

a noite em breve começa,
ligações se tornam constantes
e o nervosismo toma conta

depois de tantos contratempos
e complicações e desentendimentos

a vontade não era a de comemorar
mas a gente vai se esforçar!

(mesmo assim, algo me diz que esse ano será bem melhor/maior que o ano passado, as expectativas são grandes!)


espacial

não sabia que dias passaria aqui. talvez pensasse que saberia, mas não saberia. eu tinha me esquecido de todo todo o estress que esse lugar acumula em mim.

imaginem vocês, aqui é um espelho do insuportável. há uma mistura de kitsch, com vazio, morte, desconforto.

solitude

a amplitude me incomoda, lugares amplos, tipo um pé direito alto ou parede longas, sempre me distancia do resto, não me sinto à vontade nem confortável. a madeira é rústica demais para mim, me traz exatamente a sensação do primitivismo que já vivi – ou seja, passos para trás (me recuso). sobre o clima/temperatura, apesar de ser agradável a mim, é constantemente fria, e úmida, não tem variações. para as cores, os tons pastéis predominam, trazendo essa atmosfera mórbida e moribunda, insossa, acima de tudo. as textura trazem um contraste, pois em grandes e largas paredes lisas, temos algumas ou alguns detalhes crespos e ásperos, chegand

o a arranhar a pele, o chão é completamente heterogêneo, em cores e formas – mas sempre frio. a decoração não traz essência alguma, é cada detalhe original de um lugar diferente, pura globalização – aliás essência só de lavanda, velha e seca.

não, isso não é um conceito meu novo de arte para algum filme, apesar de tantas semelhanças. na real, isso é, para quem não entendeu/me conhece, uma explicação um tanto básica quanto à minha personalidade, baseada no meu passada espacial. estou essa semana na casa dos meus pais enquanto eles viajam… tá explicado, né?!


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