Da série “Aquela arte que não é tão difícil de pensar, talvez um pouco de realizar, mas mesmo assim eu nunca pensei…”, olha esse vídeo que foda!
Milk
Da série “Aquela arte que não é tão difícil de pensar, talvez um pouco de realizar, mas mesmo assim eu nunca pensei…”, olha esse vídeo que foda!
Milk
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MUITO AMOR! ontem fui um desses dias que eu vou levar pra vida!
em 1995, aos 8, comecei a consumir música. depois de elianas e xuxas, dei um primeiro passo e comprei Pies Descalzos. eu amava Estoy Aqui, amava Pies Descalzos, amava Donde Estas Corazon. e só ontem, dia 19 de março de 2011, eu me dei conta do quanto respeito, admiro e agradeço Shakira. No show, apenas 2 músicas do album novo, o resto: antigas. Sabor de fim de infância, cheiro de amadurecimento, texturas antigas. Não sei bem como colocar em palavras tudo o que senti, mas foi uma avalanche de sensações boas – ela sempre esteve nos meus melhores momentos – e a presença do palco era absurda.
ontem estive num dos melhores shows da minha vida, absolutamente rico, emocionante, sensorial. e acho uma pena que ela seja tão subestimada pela mídia. ela merece muito mais destaque do que realmente tem, muito mais prestígio, muito mais espaço.
dona de vídeos incríveis e ousados (“No Creo”, “Pies Descalzos”, “Ciega, Sordomuda”), de letras lindíssimas e honestíssima (“Don’t Bother”, “No Creo”, “Your Embrace”, “Que me Quedes Tu”), e de uma mistura étnicas fodida (“Ojos Asi”, “Gypsy”, “Whenever, Wherever”) – não tinha como não sentir tanto amor estando a alguns metrinhos dela!
abaixo, umas das músicas do set de ontem, que nem é das minhas preferidas, mas cujo clipe é muito foda:
Ciega, sordomuda
Sobre o show: eu trocaria algumas músicas! Faltou “Pies Descalzos”, “No Creo”, “No”, “Did it Again” (que eu amo mas não funcionaria em show mesmo), “Don’t Botheeer”!!!, e “Lo Que Más”. eu tiraria “Te Dejo Madrid”, “Si Te Vas” e “Las de La Intuition” – que eu amo mas não agitou ninguém, só eu mesmo… rs
Shakira, OBRIGADO! estava precisando de vc!!!
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Afinal, o que é o BBB na sua opinião? Qual a função desse programa? Volto nesse tema porque me é algo tão absurdo, mas tão absurdo, que não faz o menor sentido. Um programa com tamanha audiência faz exatamente o que? Eu, como profissional da comunicação, preciso fazer esse tipo de pergunta – e acredito que cada programa, cada filme, cada obra necessita de um objetivo, necessita gerar algum tipo de reflexão…

Pergunto isso pois essa chamada da Paula não me passou desapercebida. Na verdade, fiquei com dó. Ela é famosa desde o início por ser a gordinha zuada sem noção. Falavam tanto disso. Era a persona engraçada, cafona, metida e bobinha da casa – a ‘Paulão’. O maior exemplo disso foi naquela prova do líder que o twitter não parou de rir dos tombos dela.
Agora ela supera um paredão e diz isso em rede nacional, provando que é inocente… afinal, ela ficou lá justamente porque ninguém gosta dela! Pobre Paulão… pobre televisão.
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Isso aí, Lady Gaga! Muito obrigado! Mostra pra essa geração de Rihannas e Katy Perrys como se faz um bom vídeo pop. Um vídeo rico, cheio de referências e ainda assim simples. Muito obrigado mesmo!
* quer saber melhor do clipe? esse post dos UHbreakers (os segundos maiores fãs de Gaga depois de mim) é bem legal!
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É, estou num exercício contínuo contra o meu twitter. Envelheceu, definhou, seguindo o movimento pós-moderno ou hipermoderno; seguindo a lógica do Império do Efêmero; seguindo a velocidade da moda, da internet, de uma lebre… enfim.
Não fechei, não vou fechar. Só não entro mais! ou pelo menos evito!
Seguindo também a pobre lógica capitalista: o que eu ganho com isso? que tipo de retorno eu tenho com o twitter? Só reconheço uma energia negativa mesmo – cada um falando o que quer, como quer – e uma força que me impede de passar o dia tranquilo! Pra quê, então?
Exposição? não, muito obrigado! inclusive tranquei meu facebook completamente! sem fotos sem links sem marcel! nem mais meus amigos me enxergam direito por lá!
uma mudança brusca, ainda mais para uma pessoa tão virtual, tão digital, com perfis em todas as redes sociais que você pode imaginar: e muitas eu realmente gosto e levo a sério!
mas eu preciso continuar mudando e agora eu fechei! fechei as portas, fechei os excessos! não posso com o twitter como “meio de comunicação essencial”, do tipo “te mandei uma dm”, nem com todos os problemas que a gente descobre – muitas vezes sem querer – através dele! ainda prefiro o email, e até o telefone!
afinal, quando todo mundo vira emissor, quem eh o receptor desse mundo todo? eu não!
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Sabe aquelas músicas que você conhece mas nunca deu muita bola, de repente escuta na rádio e descobre que ela é surreal? pois é, desde 2006 eu venho amado muito Goldfrapp e foi sem querer na OiFM (olha que eu quase não escuto rádio!) que percebi Dreaming. escuta e fala se não é incrível? uma das coisas mais belas que você escutou em 2010, talvez?! O vídeo achei no youtube: é a música + imagens do universo (galáxias, estrelas, nebulosas). agora estou ouvindo a música no repeat…

daí que isso tudo me fez lembrar o quanto eu sofro todo dia um pouquinho por saber que eles não tem um show no Brasil agendado…. rs e me lembrou também o quanto eu gosto do último deles, Head First, que tem a Dreaming. acho a capa do album linda, não me venham falando que parece capa de cd evangélico. é outra proposta, cazzo!!!
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Achei esse curta fofo no blog do Jiji. ficadica pra terminar a sua hora do almoço:
* o professor que faz uma pontinha no vídeo é também ator do Ligações Perigosas, peça no teatro FAAP que trabalhei na cenografia!
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“Nenhuma abracadabra, nenhum truque ou enganação. Nada a ver com dogma religioso. As ideias contidas nesse livro são de fazer a terra tremer, e, ao mesmo tempo, são muito simples.” – Madonna
Por incrível que pareça, é com um livro com essa chamada no topo que eu pauso minha leitura (tão extensa, intensa e prazerosa) do “A História da Arte”, Gombrich, para dar mais um passo na minha maturidade emocional: “O Poder da Cabala“, de Yehuda Berg.
Não: não é pela Madonna. Tenho escutado muito sobre a cabala no meu ambiente, digamos, profissional e achei que esta poderia ser mais uma forma de aprender a lidar comigo mesmo – e com os outros. Sim, sou um cara absolutamente ateu e cético, e por isso mesmo sei que não vou virar cabalista: mas mais tolerável, mais disposto e menos intenso…
Sobre a cabala, os próprios conceitos básicos e iniciais não me conquistaram. talvez porque a forma em que o livro apresenta a cabala é absolutamente patética, como se fosse escrito para crianças – e cheio de mistérios e segredinhos. mas o conceito que a gente consegue extrair, em si, parece rico, ou pelo menos útil. O livro diz, num exemplo bem raso, que é inútil se estressar com trânsito, filas, cagadas… afinal, eles estão ali apenas para testar a gente e nos impedir de enxergarmos o mundo por uma visão maior. se aplicarmos isso para os nossos problemas maiores e as situações mais graves, imagine o alívio que podemos chegar!

a palavra chave da cabala é Proatividade. ao invés de sermos reativos (nos deixarmos ser afetados por fatores externos) devemos comandar a situação, sempre. ser a causa, ser o criador de tudo. e é isso que a cabala prega, exige, ensina.
ainda estou na metade do livro, e espero terminá-lo logo. parece que vai me fazer bem sim, e esse é um momento que estou precisando! – e talvez você também
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“Hoje eu to de luto na ficção!
é que ontem, na novela, um personagem morreu. um personagem por quem eu sempre achei que ía ‘sofrer’ de admiração e respeito intensos pro resto da vida sofreu um acidente.
é que o carro dele se chocou contra uma mureta, tipo aquelas que dividem as estradas no meio e são bem pesadas e duras e indestruíveis, sabe?! mas acabou destruindo até a mureta.
é que o carro bateu com tanto força que não sobrou nada! nem o personagem, nem o carro, nem a mureta.
só o desprezo”
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não me chamem de brega nem de melodramático. não sou.
[Eva:]
I don’t expect my love affairs to last for long
Never fool myself that my dreams will come true
Being used to trouble I anticipate it
But all the same I hate it, wouldn’t you?
[Chorus:]
[Eva:] So what happens now?
[Che:] Another suitcase in another hall
[Eva:] So what happens now?
[Che:] Take your picture off another wall
[Eva:] Where am I going to?
[Che:] You’ll get by, you always have before
[Eva:] Where am I going to?
Time and time again I’ve said that I don’t care
That I’m immune to gloom, that I’m hard through and through
But every time it matters all my words desert me
So anyone can hurt me, and they do
[chorus]
Call in three months time and I’ll be fine, I know
Well maybe not that fine, but I’ll survive anyhow
I won’t recall the names and places of each sad occasion
But that’s no consolation here and now.
[chorus, with Che's lines being sung by the starlets]
[Huevo:]
Don’t ask anymore.
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